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29 de janeiro de 2017 @ 19:00 - 23:00

Dê um basta para violência no trânsito

Entender a violência e suas raízes, é realmente muito complexo, buscamos compreende-la dentro de um aspecto cultural ou social, no entanto, esbarramos em outros fatores que podem desencadeá-la, mesmo que a violência não seja uma constante na vida de um indivíduo. Até o presente desconhecemos alguma sociedade onde ela esteja ausente.

Muitos autores afirmam, de forma veemente que a violência não faz parte da natureza humana e que não tem raízes biológicas, mas que se trata de um complexo e dinâmico fenômeno biopsicossocial, que tem sua origem a vida em sociedade.

Apesar da violência não ser encarada como um problema específico na área da saúde, ela infelizmente afeta este setor, pois a magnitude do ato violento implica em traumas, não só físicos, como também psicológicos para a vítima.  

A violência, permanece desde a década de 1980 em segundo lugar entre as causas de mortalidade geral no país e, ainda hoje, é a segunda causa de mortalidade no Brasil, ficando atrás somente dos transtornos cardiovasculares.

De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em seu documento sobre violência publicado em 1993, a violência quando relacionada aos números de vítimas trás como consequências sequelas não somente físicas, mas também emocionais , econômicas e sociais, assumindo um caráter endêmico, tornando-se um problema de saúde pública mundial. 

A problemática da violência no trânsito traz a tona, esta questão onde a ele emerge de forma abrupta, muitas vezes associada ao efeito do álcool, onde a vítima na maioria das vezes desconhece seu agressor e o agressor não tem de fato o dolo na sua prática. Mas se pensarmos que mesmo sem o dolo, esta forma de violência é uma constante e mata milhões de pessoas diariamente no mundo, sendo o Brasil um destaque neste ranking.

Os altos custos associados a este tipo de violência, com destaque ao tratamento das vítimas, geram uma alta demanda de recursos públicos e infelizmente nem sempre com um bom retorno em termos de prognóstico e reabilitação. O combate a violência no trânsito deve começar na escola, conscientizando o cidadão acerca do impacto negativo que este tipo banal de violência pode trazer para a sociedade..

Acreditamos que a melhor maneira de combater a violência no trânsito é através da orientação da comunidade. Acreditando nisso a SOBEF promoveu no dia 29 de setembro de 2017, na orla de Aracajú, em parceria com a Universidade Tiradentes com a supervisão da Sobefiana, professora Juliana Musse a campanha de “Conscientização da prevenção a Violência no Trânsito”. O evento contou com a participação de pedestres e motoristas.

A SOBEF é uma sociedade que prioriza as diversas  formas de combate a violência. Saiba mais sobre a SOBEF acessando nosso site e  nossa Fanpage.

1- MINAYO, MC de S. et al. A violência social sob a perspectiva da saúde pública. Cadernos de saúde pública, v. 10, n. 1, p. 7-18, 1994.

2- LANCMAN, Selma et al. O trabalho na rua ea exposição à violência no trabalho: um estudo com agentes de trânsito. Interface-Comunicação, Saúde, Educação, v. 11, n. 21, p. 79-92, 2002.

Créditos imagem:

<a href=”https://www.freepik.com/free-photos-vectors/background”>Background image created by Jannoon028 – Freepik.com</a>

Detalhes

Data:
29 de janeiro de 2017
Hora:
19:00 - 23:00
Evento Tags:

Organizadores

SOBEF
Universidade Tiradentes – Aracajú